Contemplação activa
«A glória pode esperar, podem esperar as recompensas, pode esperar o gosto de viver; este último, para maior finura, oxalá que nunca venha. Tudo pode esperar. Aguardemos pacientemente que em nós brote aquilo a que viemos», in Sete Cartas a um Jovem Filósofo, Agostinho da Silva.
Numa época onde impera o imediatismo e a sofreguidão pela realização das ambições, mesmo as legítimas, «já- e-agora», estas palavras de Agostinho da Silva lembram-nos de que a vida para ser bem degustada leva o seu tempo, para virmos a ser tudo o que está em nós. Assim como uma planta que cresce pacientemente todos os dias.

1 Comments:
Salvas ao Mestre Agostinho, cujas palavras são fecundas como sementes às quais tudo sucede.
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